Ar-condicionado
É necessário realizar pelo menos uma revisão anual
no filtro e nas mangueiras. A vida útil do filtro varia conforme o modelo (de
acordo com a indicação do fabricante). Na manutenção, é importante se
certificar que o filtro não esteja obstruído por sujeira, que o nível de gás
esteja adequado, e que não haja vazamento nas mangueiras. Uma boa medida é
ligar o sistema mesmo no inverno; com isso, força-se a lubrificação da
tubulação, diminuindo-se as chances de rompimento das mangueiras.
Radiador sujo também pode afetar o desempenho do ar. Compressor raramente dá problema e é fácil verificar suas condições: abra o capô, mantendo o motor e o ar ligados. Se a parte central/frontal do compressor rodar junto com a polia, ele está funcionando normalmente. Se só a polia girar, o compressor não está funcionando. Vazamento:
Cuidados no reabastecimento de gás .Se o ar parar de funcionar, a chance de haver vazamento de gás é de 70%; 20% de ser pane elétrica e 10% por outros motivos. A melhor forma de encontrar vazamentos é utilizando um detetor de raios ultravioleta. Com este equipamento, o gás fica visível a olho nu e pode-se enxergar facilmente o local do vazamento. Outra dica é verificar sempre o pressostato - peça de proteção contra pressão alta ou baixa demais. Quando o gás vaza, o pressostato desliga o ar-condicionado automaticamente. Mas se houver qualquer problema com o pressostato, ele pode fazer com que o ar pare de funcionar mesmo não havendo vazamento. Com o passar do tempo e o uso constante, o gás de refrigeração acaba.
Na hora de reabastecer, recorra a oficinas limpas e bem equipadas e não aceite que o gás seja colocado sem se utilizar o equipamento que mede sua quantidade. O ideal é não permitir a carga por pressão, método que pode ser identificado pela presença de dois relógios pendurados no capô. Ele pode danificar seriamente o sistema.
Radiador sujo também pode afetar o desempenho do ar. Compressor raramente dá problema e é fácil verificar suas condições: abra o capô, mantendo o motor e o ar ligados. Se a parte central/frontal do compressor rodar junto com a polia, ele está funcionando normalmente. Se só a polia girar, o compressor não está funcionando. Vazamento:
Cuidados no reabastecimento de gás .Se o ar parar de funcionar, a chance de haver vazamento de gás é de 70%; 20% de ser pane elétrica e 10% por outros motivos. A melhor forma de encontrar vazamentos é utilizando um detetor de raios ultravioleta. Com este equipamento, o gás fica visível a olho nu e pode-se enxergar facilmente o local do vazamento. Outra dica é verificar sempre o pressostato - peça de proteção contra pressão alta ou baixa demais. Quando o gás vaza, o pressostato desliga o ar-condicionado automaticamente. Mas se houver qualquer problema com o pressostato, ele pode fazer com que o ar pare de funcionar mesmo não havendo vazamento. Com o passar do tempo e o uso constante, o gás de refrigeração acaba.
Na hora de reabastecer, recorra a oficinas limpas e bem equipadas e não aceite que o gás seja colocado sem se utilizar o equipamento que mede sua quantidade. O ideal é não permitir a carga por pressão, método que pode ser identificado pela presença de dois relógios pendurados no capô. Ele pode danificar seriamente o sistema.
O arrefecimento do motor é outro ponto a ser
observado na manutenção do carro. Verifique toda semana, com o motor frio, o
nível do líquido no reservatório ligado ao radiador.
Para completar o nível, use 2/3 de água filtrada e 1/3 de aditivo. - Uma vez por ano, deve-se substituir todo o líquido de refrigeração e limpar o sistema numa oficina especializada. Com essas dicas, o motor do seu carro estará sempre funcionando bem.
Para completar o nível, use 2/3 de água filtrada e 1/3 de aditivo. - Uma vez por ano, deve-se substituir todo o líquido de refrigeração e limpar o sistema numa oficina especializada. Com essas dicas, o motor do seu carro estará sempre funcionando bem.
A bateria é um elemento crucial para o
funcionamento do carro. Você deve verificar toda semana com o carro frio o
nível de água. Trabalho dispensável para as baterias seladas, que não precisam
de água. Para completar o nível, utilize somente água destilada. Complete de
forma que as placas de chumbo fiquem totalmente cobertas, mas sem transbordar.
Mantenha os pólos limpos. - Evite deixar as luzes acesas, ou o rádio funcionando com o motor desligado. Ao instalar equipamentos que necessitem de muita energia, como rádio mais potente ou ar-condicionado, redimensione o sistema elétrico de maneira que ele suporte o aumento de energia.
Mantenha os pólos limpos. - Evite deixar as luzes acesas, ou o rádio funcionando com o motor desligado. Ao instalar equipamentos que necessitem de muita energia, como rádio mais potente ou ar-condicionado, redimensione o sistema elétrico de maneira que ele suporte o aumento de energia.
O nível de óleo do
câmbio precisa ser verificado aos 25 mil quilômetros. A troca completa deve ser
realizada a cada 50 mil quilômetros, conforme recomendação do fabricante. Evite
apoiar o pé sobre o pedal da embreagem, pois provoca desgaste das peças, como
rolamentos e discos de embreagem.
Manter o carro numa subida, usando o pedal da embreagem e do acelerador, aumenta o consumo de combustível e degasta o disco de embreagem e o platô.
Escapamento
Manter o carro numa subida, usando o pedal da embreagem e do acelerador, aumenta o consumo de combustível e degasta o disco de embreagem e o platô.
Escapamento
O
escapamento deve ser verificado a cada 20 mil quilômetros. Os fixadores e
abraçadeiras devem ser revisados periodicamente. Lave a parte de baixo do carro
somente com água e sabão neutro, para não ressecar as borrachas.
Sistema de Freios

O sistema de freios utilizados nos veículos mais antigos, era lonas e tambores, nos atuais, pastilhas e discos. Seja qual for o sistema, porém, ele é sempre hidráulico, ou seja, é acionado por um óleo projetado para trabalhar em temperaturas pré- determinadas.
A eficiência dos freios decai com o tempo e com a intensidade do uso. Por isso, muitas vezes se sente o pedal abaixar depois de se solicitar os freios com muita frequência, como em descidas de serras. Isso indica que o sistema sofreu um superaquecimento: por causa do atrito entre as pastilhas e os discos (ou das lonas e os tambores), a temperatura passou do limite de tolerância - isso também pode ser devido aos freios estarem necessitando da substituição de um ou vários componentes.
Olho na quilometragem .As pastilhas devem ser verificadas a cada 10.000 quilômetros; a cada 30.000, verifique todo o sistema e regule o freio de mão.
Sistema de Freios
O sistema de freios utilizados nos veículos mais antigos, era lonas e tambores, nos atuais, pastilhas e discos. Seja qual for o sistema, porém, ele é sempre hidráulico, ou seja, é acionado por um óleo projetado para trabalhar em temperaturas pré- determinadas.
A eficiência dos freios decai com o tempo e com a intensidade do uso. Por isso, muitas vezes se sente o pedal abaixar depois de se solicitar os freios com muita frequência, como em descidas de serras. Isso indica que o sistema sofreu um superaquecimento: por causa do atrito entre as pastilhas e os discos (ou das lonas e os tambores), a temperatura passou do limite de tolerância - isso também pode ser devido aos freios estarem necessitando da substituição de um ou vários componentes.
Olho na quilometragem .As pastilhas devem ser verificadas a cada 10.000 quilômetros; a cada 30.000, verifique todo o sistema e regule o freio de mão.
A cada 40 mil quilômetros deve-se limpar os
bicos da injeção eletrônica porque a sujeira presente no combustível pode
entupir o sistema, aumentando o consumo e piorando o desempenho do motor.
Utilize o combustível ideal para o seu carro de acordo com as normas do fabricante. (comum, adtivada ou premium). consultar combustível.
Utilize o combustível ideal para o seu carro de acordo com as normas do fabricante. (comum, adtivada ou premium). consultar combustível.
Lataria amassada? Nada desvaloriza mais um carro do que a lataria amassada. É natural, já que problemas mecânicos não aparecem tanto quanto um belo amassado no capô. O ideal é sempre conserva o lataria do seu veículo em bom estado de conservação, uma lataria recuperada é melhor do que uma amassada.
Cuidado com polimento excessivo, pois as ceras são abrasivas, corroem a pintura do seu veículo, ao utilizar leia as precauções do fabricante e não as utilize frequentemente.
A lubrificação é um dos elementos principais
na preservação do motor. O nível de óleo deve ser verificado uma vez por semana
com o carro frio. Ele precisa estar entre o mínimo e o máximo da vareta do
medidor. Quando completar o nível, é importante usar o mesmo tipo e marca de
óleo que estiver sendo usado no seu carro.
A troca completa do óleo sintético deve se realizar no prazo recomendado pelo fabricante do produto, geralmente entre 20 mil e 25 mil quilômetros, enquanto os óleos comuns na faixa de 5mil Km. Sempre que fizer essa troca, o filtro de óleo também deve ser substituído. A cada troca de óleo, limpe o filtro de ar, que deve ser substituído depois de 10 mil quilômetros.
A troca completa do óleo sintético deve se realizar no prazo recomendado pelo fabricante do produto, geralmente entre 20 mil e 25 mil quilômetros, enquanto os óleos comuns na faixa de 5mil Km. Sempre que fizer essa troca, o filtro de óleo também deve ser substituído. A cada troca de óleo, limpe o filtro de ar, que deve ser substituído depois de 10 mil quilômetros.
A vida útil do motor de um automóvel depende
diretamente do cuidado que você tem com a sua manutenção. O filtro de
combustível precisa ser trocado entre 30 mil e 50 mil quilômetros. Veja
também as correias dentada, do alternador, da bomba d'água, da direção
hidráulica e do ar-condicionado a cada 20 mil quilômetros. Elas devem ser
substituídas entre 40 mil e 50 mil quilômetros.
Verifique as mangueiras do combustível sempre que possível e troque-as quando estiverem essecadas, trincadas ou folgadas.
Verifique as mangueiras do combustível sempre que possível e troque-as quando estiverem essecadas, trincadas ou folgadas.
Os pneus e rodas do seu
carro devem estar sempre em boas condições de uso. A cada duas semanas, ou
antes de viajar, os pneus precisam ser calibrados ainda frios. O momento ideal
para a troca dos pneus é quando a marca de desgaste, um triângulo ou as letras
TWI impressas na lateral deles, são atingidas.
Deve-se fazer o rodízio a cada 10 mil quilômetros, além do alinhamento de rodas e direção. - Para os pneus radiais, o rodízio deve ser em linha reta. Os traseiros trocam de posição com os dianteiros, ou seja, o da esquerda com o mesmo lado e o da direita com o seu equivalente. Para os pneus diagonais ou normais, o rodízio é em forma de X, ou seja, os traseiros trocam de lado com os dianteiros, que passam em linha reta para os traseiros, sem alternar os lados.
As rodas devem ser balanceadas após o rodízio, ou sempre que você substituir pneus.Se o caminho for esburacado a ponto de não ser possível desviar deles, reduza a velocidade. Buracos no asfalto são os mais prejudiciais, por terem cantos afiados, que podem causar danos mais sérios.
Quando você trocar os pneus, evite acelerações e frenagens bruscas nos primeiros quilômetros, que podem deslocar os pneus ao longo das rodas, prejudicando o balanceamento e a vedação. Verifique, também, o estado das válvulas. Elas devem ficar sempre tampadas, para evitar a entrada de sujeira, que pode levar à perda de pressão.
Por mais que o borracheiro insista, nunca use câmara de ar num pneu sem câmara. As paredes internas desse tipo de pneu são ásperas e podem provocar o estouro da câmara, levando a situações de perigo.
Sistema Elétrico
Deve-se fazer o rodízio a cada 10 mil quilômetros, além do alinhamento de rodas e direção. - Para os pneus radiais, o rodízio deve ser em linha reta. Os traseiros trocam de posição com os dianteiros, ou seja, o da esquerda com o mesmo lado e o da direita com o seu equivalente. Para os pneus diagonais ou normais, o rodízio é em forma de X, ou seja, os traseiros trocam de lado com os dianteiros, que passam em linha reta para os traseiros, sem alternar os lados.
As rodas devem ser balanceadas após o rodízio, ou sempre que você substituir pneus.Se o caminho for esburacado a ponto de não ser possível desviar deles, reduza a velocidade. Buracos no asfalto são os mais prejudiciais, por terem cantos afiados, que podem causar danos mais sérios.
Quando você trocar os pneus, evite acelerações e frenagens bruscas nos primeiros quilômetros, que podem deslocar os pneus ao longo das rodas, prejudicando o balanceamento e a vedação. Verifique, também, o estado das válvulas. Elas devem ficar sempre tampadas, para evitar a entrada de sujeira, que pode levar à perda de pressão.
Por mais que o borracheiro insista, nunca use câmara de ar num pneu sem câmara. As paredes internas desse tipo de pneu são ásperas e podem provocar o estouro da câmara, levando a situações de perigo.
Sistema Elétrico
A
parte elétrica do seu veículo é muito delicada. Cuidando do sistema, você
não corre o risco de parar no trânsito. Fique atento na altura dos faróis alto
e baixo. Mantenha-os sempre regulados.
Confira se todas as luzes acendem, pois a falta de uma delas pode diminuir a sua segurança e resultar em multa. No caso de um fusível queimado, substitua-o por outro
de mesma amperagem.
Suspensão
Confira se todas as luzes acendem, pois a falta de uma delas pode diminuir a sua segurança e resultar em multa. No caso de um fusível queimado, substitua-o por outro
de mesma amperagem.
Suspensão
A
suspensão também merece a sua atenção. Faça uma revisão completa dos eixos,
molas, rolamentos, pivôs, terminais, juntas homocinéticas, coxins,,bandejas,
batentes e buchas a cada 40 mil quilômetros.
Os amortecedores devem ser substituídos nesse mesmo período. Se você pressionar o carro para baixo, ele deve subir uma vez e parar. Senão, os amortecedores estão sem
função.
Velas

As velas também são importantes para o bom funcionamento do motor. Substitua as de cobre a cada 15 mil quilômetros e as de prata ou eletrodos múltiplos depois de 30 mil quilômetros. As mais recentes de platina precisam ser trocadas apenas a cada 60 mil quilômetros. Ao fazer essa substituição, verifique também os cabos de velas.
Problemas de perda de potência, geralmente são ocasionados pelas velas, que devem estar sempre reguladas e dentro da sua vida util.
Combustível
Os amortecedores devem ser substituídos nesse mesmo período. Se você pressionar o carro para baixo, ele deve subir uma vez e parar. Senão, os amortecedores estão sem
função.
Velas
As velas também são importantes para o bom funcionamento do motor. Substitua as de cobre a cada 15 mil quilômetros e as de prata ou eletrodos múltiplos depois de 30 mil quilômetros. As mais recentes de platina precisam ser trocadas apenas a cada 60 mil quilômetros. Ao fazer essa substituição, verifique também os cabos de velas.
Problemas de perda de potência, geralmente são ocasionados pelas velas, que devem estar sempre reguladas e dentro da sua vida util.
Combustível
Uma
das dúvidas mais comuns aos motoristas é quanto à gasolina a ser usada. Existem
pelo menos três opções, a premium, a aditivada e a comum, e isso gera dúvidas
quanto à melhor para cada tipo de carro. Enganam-se os que pensam que a melhor
é a mais cara. Existe uma para cada tipo de carro, dependendo de
características e estágio de uso do motor. A quilometragem define o tipo
Normalmente, a idade do carro é indicativa de que tipo de gasolina se deve
usar.
Gasolina Comum - é recomentado usar nos carros mais velhos, pois normalmente, já têm acumulados em seu sistema de alimentação que vai do tanque de combustível ao bico injetor (no caso de injeção de combustível) ou ao carburador (nos modelos mais antigos) depósitos de impurezas. Elas vêm dos tanques dos postos de gasolina, que nem sempre recebem a manutenção correta. Nesses carros, as outras duas podem gerar problemas de entupimento e desperdício, já que elas são mais caras e não proporcionam melhora.
Gasolina Aditivada - Por possuir detergentes e dispersantes, ela mantém o sistema de alimentação limpo, evitando os depósitos de borras e aumentando a vida útil do motor. Mas para quem usa sempre a gasolina comum, a aditivada pode ter efeitos negativos: os detergentes e dispersantes soltam a sujeira acumulada, o que causa o entupimento dos bicos da injeção eletrônica. A aditivada só deve ser usada em carros que a utilizam desde novos.
Gasolina Premium - para poucos Já a gasolina premium só deve ser utilizada por carros com taxa de compressão mais alta, normalmente os importados e os esportivos, por causa de sua maior octanagem que evita a pré-ignição, também conhecida como "batida de pino". No caso de motores com baixa compressão, ela não proporciona nenhuma melhora de desempenho nem de economia. Assim como a aditivada, ela tem, em sua composição, detergentes e dispersantes. Siga o manual do proprietário de seu carro a gasolina recomendada pela montadora e sempre utilizar o mesmo tipo e se possível a mesma marca - de combustível. A gasolina só oferece riscos ao seu motor se for velha ou adulterada
Gasolina Comum - é recomentado usar nos carros mais velhos, pois normalmente, já têm acumulados em seu sistema de alimentação que vai do tanque de combustível ao bico injetor (no caso de injeção de combustível) ou ao carburador (nos modelos mais antigos) depósitos de impurezas. Elas vêm dos tanques dos postos de gasolina, que nem sempre recebem a manutenção correta. Nesses carros, as outras duas podem gerar problemas de entupimento e desperdício, já que elas são mais caras e não proporcionam melhora.
Gasolina Aditivada - Por possuir detergentes e dispersantes, ela mantém o sistema de alimentação limpo, evitando os depósitos de borras e aumentando a vida útil do motor. Mas para quem usa sempre a gasolina comum, a aditivada pode ter efeitos negativos: os detergentes e dispersantes soltam a sujeira acumulada, o que causa o entupimento dos bicos da injeção eletrônica. A aditivada só deve ser usada em carros que a utilizam desde novos.
Gasolina Premium - para poucos Já a gasolina premium só deve ser utilizada por carros com taxa de compressão mais alta, normalmente os importados e os esportivos, por causa de sua maior octanagem que evita a pré-ignição, também conhecida como "batida de pino". No caso de motores com baixa compressão, ela não proporciona nenhuma melhora de desempenho nem de economia. Assim como a aditivada, ela tem, em sua composição, detergentes e dispersantes. Siga o manual do proprietário de seu carro a gasolina recomendada pela montadora e sempre utilizar o mesmo tipo e se possível a mesma marca - de combustível. A gasolina só oferece riscos ao seu motor se for velha ou adulterada
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